Bomba de fragmentação

bomba de fragmentação

Quais são os riscos das bombas de fragmentação?

Conhecidas também como cluster, apresentam alto risco a civis. Uma convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) proíbe o uso dessas armas, mas nem todos os países assinaram – entre eles o Brasil, os Estados Unidos e a Rússia. Na segunda-feira (28), a Anistia Internacional denunciou o uso de bombas de fragmentação durante a guerra na Ucrânia.

Quais países produzem bombas de fragmentação?

Em 2014, a Human Rights Watch acusou o governo da Ucrânia de usar bombas de fragmentação em Donetsk, área em disputa com a Rússia - o que o governo da Ucrânia nega. O Brasil é um dos cerca de 16 países que produzem bombas de fragmentação, diz o Landmine & Cluster Munition Monitor.

Por que as bombas de fragmentação fazem parte da estratégia de guerra americana?

Um alto oficial do governo dos EUA, Stephen Mull, disse em 2008 que as bombas de fragmentação fazem parte da estratégia de guerra americana. Alguns dos países que usaram esse tipo de armamento durante o século 20 posteriormente assinaram o tratado de proibição - entres eles a França e o Reino Unido.

Qual a primeira vez que as bombas de fragmentação são usadas na Ucrânia?

A invasão da Rússia também não é a primeira vez que elas são usadas na Ucrânia. Em 2014, a Human Rights Watch acusou o governo da Ucrânia de usar bombas de fragmentação em Donetsk, área em disputa com a Rússia - o que o governo da Ucrânia nega.

Quais são as consequências das bombas de fragmentação?

Um terço dos afectados por bombas de fragmentação são crianças. Os explosivos impedem as populações de usar terrenos, de ter acesso a hospitais e escolas e podem permanecer uma ameaça durante décadas, sendo mais letais do que as minas. As bombas de fragmentação foram utilizadas em muitos conflitos no mundo inteiro, depois da Segunda Guerra Mundial.

Por que as bombas de fragmentação podem ficar enterradas por anos?

Tanto as bombas de fragmentação como as minas terrestres podem ficar enterradas por anos, sem explodir, representando um risco para a população mesmo depois do fim de um conflito. Há milhares de casos relatados de mortes e mutilações causadas por bombas há muito tempo escondidas no solo.

Quais os países que proíbem o uso de bombas de fragmentação?

Uma convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) proíbe o uso dessas armas, mas nem todos os países assinaram – entre eles o Brasil, os Estados Unidos e a Rússia. Na segunda-feira (28), a Anistia Internacional denunciou o uso de bombas de fragmentação durante a guerra na Ucrânia.

Por que a anistia denuncia o uso de bombas de fragmentação durante a guerra na Ucrânia?

Na segunda-feira (28), a Anistia Internacional denunciou o uso de bombas de fragmentação durante a guerra na Ucrânia. O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, disse que as afirmações são falsas. As autoridades ucranianas não se pronunciaram sobre a denúncia.

Isso porque o Brasil é um dos principais exportadores deste artefato, produzido pela empresa Avibras, que detém uma tecnologia de ponta que faz com que os explosivos sejam vendidos até mesmo para potências militares . Em 2019, a Avibras teve lucro líquido de R$ 101 milhões, segundo relatório da empresa. Guerra mundial?

Quais são as consequências das bombas de fragmentação?

Um terço dos afectados por bombas de fragmentação são crianças. Os explosivos impedem as populações de usar terrenos, de ter acesso a hospitais e escolas e podem permanecer uma ameaça durante décadas, sendo mais letais do que as minas. As bombas de fragmentação foram utilizadas em muitos conflitos no mundo inteiro, depois da Segunda Guerra Mundial.

Quais são os países que produzem bombas de fragmentação?

O Brasil é um dos cerca de 16 países que produzem bombas de fragmentação, diz o Landmine & Cluster Munition Monitor. O país não assinou a Convenção de Munições de Dispersão e, à época, a posição do Itamaraty foi de que as bombas de fragmentação são necessárias para a defesa do país.

Qual a primeira vez que as bombas de fragmentação são usadas na Ucrânia?

A invasão da Rússia também não é a primeira vez que elas são usadas na Ucrânia. Em 2014, a Human Rights Watch acusou o governo da Ucrânia de usar bombas de fragmentação em Donetsk, área em disputa com a Rússia - o que o governo da Ucrânia nega.

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